Obras em Rolim podem parar por atraso de repasses federais


Obras em Rolim podem parar por atraso de repasses federais

Reforma de postos de saúde estão prejudicadas por demora no depósito de recursos da União.

Fonte: Da Assessoria para o Rolnews
Publicado por: Portal Rolnews em 27/01/2015 às 18:46:58
As obras de reforma de seis unidades básicas de saúde – cinco em Rolim de Moura e uma no distrito de Nova Estrela – podem parar por falta de repasses do Governo Federal. O dinheiro, que deveria ser repassado pelo Ministério da Saúde para a Prefeitura está atrasado e a empresa responsável pelas obras já emitiu comunicado sobre a possível paralisação.
 
O prefeito rolimourense, Cesar Cassol, já vinha alertando parlamentares e principalmente a população do município de que o Governo Federal não estava cumprindo com suas obrigações constitucionais, a exemplo do repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Segundo o gestor, que esteve recentemente em Brasília, há um clima de grande temor entre os políticos na capital federal.
 
“Não tem dinheiro pra nada. É isso que a gente escuta lá nos corredores do congresso, entre os deputados e senadores. Há um clima de recessão e nós que estamos aqui na ponta é que pagamos por isso. Os prefeitos e a população são os mais prejudicados com esse descaso da presidente Dilma que, ao invés de cortar gastos, aumenta impostos”, argumentou.
 
Cesar também lembrou algumas licitações de obras de infraestrutura que a prefeitura de Rolim de Moura tentou realizar este ano e que deram desertas. Ele explicou que quando os empresários do ramo sabem que os recursos serão geridos pela Caixa Econômica, eles não participam dos certames. A alegação é unânime: a demora nas medições e no pagamento dos recursos.
 
Mesmo não sendo via Caixa, as reformas dos postos de saúde sofrem grande atraso pela falta do repasse. Atualmente, cerca de 80% das obras já estão concluídas, mas nem 40% dos recursos foram depositados para a Prefeitura de Rolim de Moura fazer o pagamento à empreiteira. A secretária responsável pela pasta pediu que parlamentares do município fizessem gestão para resolver o caso.

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