Em discurso, Acir lamenta aumento de até 25% da tarifa de energia em Rondônia


Em discurso, Acir lamenta aumento de até 25% da tarifa de energia em Rondônia

Fonte: Rondoniagora.com
 
Publicado por: Rolnews.com.br em 06/11/2014 às 18:47:28
 

Membro da base aliada do Governo Dilma no Congresso, o senador Acir Gurgacz (PDT) lamentou o pedido de reajuste da tarifa de energia feito pela Eletrobrás Distribuição de Energia, a antiga Ceron. Ele chamou atenção dos órgãos reguladores para evitar o aumento de até 25% nas contas de energia dos rondonienses, que já pagam hoje a tarifa mais cara do Brasil, embora tenha duas hidrelétricas em construção – Jirau e Santo Antônio. “Em nosso Estado de Rondônia, que já tem uma das tarifas mais caras do Brasil, o aumento, que ainda aguarda autorização da Aneel, poderá ser de até 25%”, disse Gurgacz na tribuna do Senado. Para ele, Rondônia tem alguns agravantes e condições particulares que deveriam merecer atenção especial da Aneel no momento de analisar possíveis aumentos. ”Em primeiro lugar, Rondônia está se tornando um dos maiores exportadores de energia do país, sem que o atendimento de sua demanda interna esteja pelo menos satisfatória. Até 2010, produzíamos energia para o consumo interno e para o Acre. Nossa matriz energética era constituída pela geração a partir de Usina Hidrelétrica de Samuel e de diversas PCH's, e pela geração termelétrica a partir da TermoNorte e de pequenas térmicas da Guascor. Gerávamos 1.000 MegaWatts. Consumíamos em torno de 600 MW e o excedente era exportado para o Acre. Nossa rede de distribuição era precária e não assegurava as condições de regularidade, continuidade, eficiência e segurança”, enfatizou. Ele lembra que o início da operação total de Jirau e Santo Antônio, Rondônia estará enviando a produção para o Sistema Integrado Nacional (SIN). “Esta condição, em vez de nos favorecer, trouxe alguns prejuízos. Além da tarifa de energia não ter sido reduzida para a nossa população, perdemos arrecadação de ICMS, uma vez que o terminal UM da TermoNorte foi desligado em 2012, gerando perdas anuais de R$ 30 milhões decorrentes da paralisação da queima de óleo diesel”, frisou.

 
 

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